terça-feira, 8 de maio de 2012

Dia da Europa (9 de maio)


Dia 9 de maio de 1950, pelas 16h00, Robert Schuman, o então ministro francês dos Negócios Estrangeiros, apresentou, no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, em Paris, uma proposta com as bases fundadoras do que é hoje a União Europeia.

Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", baseada numa ideia originalmente lançada por Jean Monnet, trazia consigo valores de paz, solidariedade, desenvolvimento económico e social e equilíbrio ambiental e regional e incluía a criação de uma instituição europeia supranacional incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar: o carvão e o aço.

Por se considerar que esse dia foi o marco inicial da União Europeia, os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, decidiram consagrar o dia 9 de maio como "Dia da Europa".

A história mais detalhada pode ser consultada aqui.

domingo, 6 de maio de 2012

Dia da Mãe

História do Dia da Mãe

As mais antigas comemorações conhecidas do Dia da Mãe foram criadas na Grécia Antiga, durante as comemorações primaveris, que prestavam homenagem a Rhea (Mãe dos Deuses).
Já em Roma se festejava o Dia da Mãe, em honra de Cibele (Mãe dos Deuses Romanos), estas comemorações terão começado, por volta de 50 a.C..
                Em Inglaterra, durante o século XVII comemorava-se, no quarto Domingo da quadra da Quaresma, o Domingo da Mãe.
                Nos Estados Unidos da América, em 1904, Anna Jarvis perde a sua Mãe,  e, por sua sugestão, passados três anos é celebrado o primeiro Dia da Mãe, a 10 de Maio de 1907, na Igreja de Grafton. No ano de 1911, tal fora estrondoso o êxito da campanha iniciada por Anna,  já se festejava o Dia da Mãe em quase todos os Estados dos EUA. Decorria o ano de 1914 e o então Presidente dos EUA Woodrow Wilson declarou o segundo Domingo de Maio, como o Dia da Mãe oficial.
Em Portugal, no passado, o Dia da Mãe era celebrado no dia 8 de Dezembro, mas actualmente, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo, a festividade ocorre no primeiro Domingo de Maio.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Apresentação de livro e sessão de autografos

 Sexta-feira (4 de maio), às 18h00, apresentação do livro A confissão da leoa, de Mia Couto, seguida de sessão de autógrafos, na Diana Bar.

Mais uma iniciativa a não perder, claro e, por isso, para agendar com tempo. Contamos com todos. A engrenagem não pode parar.

Podem convidar os amigos e os amigos dos amigos. Será, com certeza, um bom pretexto para passarmos um fim de tarde agradável, num espaço de tertúlia por excelência, à volta das palavras e dos livros.

Até lá, abraço.



Sinopse do livro:

“Um acontecimento real – as sucessivas mortes de pessoas provocadas por ataques de leões numa remota região do norte de Moçambique – é pretexto para Mia Couto escrever um surpreendente romance. Não tanto sobre leões e caçadas, mas sobre homens e mulheres vivendo em condições extremas. Como afirma um dos personagens, «aqui não há polícia, não há governo, e mesmo Deus só há às vezes». E A Confissão da Leoa, através da versão de Mariamar, habitante da aldeia de Kulumani, e do diário de Gustavo Baleiro, o caçador contratado para matar os leões – os dois narradores desta história – vai expondo diante dos nossos olhos como a guerra, a fome, a superstição, podem transformar os homens em animais selvagens: «Foi a vida que a desumanizou. Tanto a trataram como um bicho que você se pensou um animal». Sobre e contra este pano de fundo ergue-se uma extraordinária figura de mulher – Mariamar.”

18 de maio Dia da Escola

António da Rocha Peixoto



Naturalista, arqueólogo e etnógrafo português, António Augusto da Rocha Peixoto nasceu a 18 de maio de 1868, na Póvoa de Varzim, e formou-se na antiga Academia Politécnica do Porto. No início da sua carreira começou por se interessar pelas ciências naturais, mas rapidamente incluiu nos seus temas prediletos os assuntos que diziam respeito à etnografia. Foi considerado um dos mais brilhantes etnógrafos portugueses vindo do século XIX. Amava os temas relacionados com a cultura material e a organização comunitária das populações. Cientista invulgar, detentor de um método científico que fez escola e que esteve na origem de um género de investigações, Rocha Peixoto foi uma figura ímpar da Etnografia em Portugal
Para além da Etnografia, possuía ainda um profundo conhecimento de História de Arte e de Arqueologia, tendo escrito diversos artigos sobre estes assuntos. Faleceu prematuramente, no auge da sua carreira, com apenas 42 anos (02/05/1909, Porto).
Ao longo da vida ocupou diversos cargos de relevo. Foi naturalista-adjunto do Gabinete de Mineralogia, Geologia e Paleontologia da Academia Politécnica do Porto e diretor da Biblioteca Pública e do Museu Municipal do Porto. Foi ainda um dos fundadores e um dos principais dinamizadores da Revista de Ciências Naturais e da revista Portugália. Deixou-nos uma obra vastíssima com mais de 200 artigos, ensaios, monografias, etc
A história mais detalhada pode ser consultada aqui.

Escola da minha vida( Atuação da Rocha Peixoto)



Podes visualizar o vídeo aqui

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Problema de matemática

Completa os espaços em branco com números, de modo a que a frase abaixo faça sentido.





Se __________ homem__________ num bar e __________ beber __________ pagar, vem__________ polícia e diz: 
“__________ prender!”