A VÁRIAS MÃOS
As escolas do concelho da Póvoa de Varzim escreveram um conto!
Os vários projetos podem ser acedidos nos links abaixo indicados.
1.º ciclo:
https://issuu.com/anasimao4/docs/ebook_1__c_final_3e26c9da894ccf
2.º ciclo:
https://issuu.com/anasimao4/docs/ebook_2__c_final
3.º ciclo:
https://issuu.com/anasimao4/docs/ebook_3__c
Secundário:
https://issuu.com/anasimao4/docs/ebook_sec_cd1013085d96c3
Famílias:
https://.com/aissuunasimao4/docs/ebook_familias_final
ou na recém criada Biblioteca Digital da Rede Concelhia da Póvoa de Varzim :
www.rbpvarzim.esy.es.
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quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Adorei ler!
Este livro retrata a vida de um
adolescente denominado por Gregory ou Greg, como era chamado na escola
preparatória.
Este livro mostra o dia a dia de Greg, as
suas aventuras , a sua vida familiar, a relação com os seus amigos e as
dificuldades que tem de enfrentar na escola preparatória. Eu achei que o
livro é engraçado, fácil e rápido de ler.
Pedro Soares Morim 8ºE nº 25
terça-feira, 31 de maio de 2016
Só
Futuro no presente
e caminho já há muito traçado.
Voz eloquente,
algo que já se espera e que não quer ser
esperado.
Pensamento além e corpo bem assente
que por saber o aguardado
vive monotonamente,
divergindo com a vida alheia.
Sabe o que é e o que quer
e por assim ser, vive em vão.
Esta é a vida de um ser
em solidão.
Sabrina Margarido 10I
quarta-feira, 21 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia Internacional da Mulher
Charneca em Flor
Enche o meu peito, num encanto mago,
O frémito das coisas dolorosas...
Sob as urzes queimadas nascem rosas...
Nos meus olhos as lágrimas apago...
Anseio! Asas abertas! O que trago
Em mim? Eu oiço bocas silenciosas
Murmurar-me as palavras misteriosas
Que perturbam meu ser como um afago!
E, nesta febre ansiosa que me invade,
Dispo a minha mortalha, o meu bruel,
E já não sou, Amor, Soror Saudade...
Olhos a arder em êxtases de amor,
Boca a saber a sol, a fruto, a mel:
Sou a charneca rude a abrir em flor!
( Florbela Espanca)
Enche o meu peito, num encanto mago,
O frémito das coisas dolorosas...
Sob as urzes queimadas nascem rosas...
Nos meus olhos as lágrimas apago...
Anseio! Asas abertas! O que trago
Em mim? Eu oiço bocas silenciosas
Murmurar-me as palavras misteriosas
Que perturbam meu ser como um afago!
E, nesta febre ansiosa que me invade,
Dispo a minha mortalha, o meu bruel,
E já não sou, Amor, Soror Saudade...
Olhos a arder em êxtases de amor,
Boca a saber a sol, a fruto, a mel:
Sou a charneca rude a abrir em flor!
( Florbela Espanca)
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
É urgente o amor
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
(Eugénio de Andrade)
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.
(Eugénio de Andrade)
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